a música mais linda do mundo nessa semana
Para Um Amor no Recife
Paulinho da Viola
Composição: Paulinho da Viola
A razão porque mando um sorriso E não corro É que andei levando a vida Quase morto Quero fechar a ferida Quero estancar o sangue E sepultar bem longe O que restou da camisa Colorida que cobria minha dor Meu amor eu não esqueço Não se esqueça por favor Que voltarei depressa Tão logo a noite acabe Tão logo este tempo passe Para beijar você
Escrito por Cléo De Páris às 18h40
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Convite Bate-papo UOL - Cléo De Páris
Apareçam, façam perguntas, todas as que quiserem, as mais loucas...
22/08/2008 - SEXTA, 16h
ao vivo pela

Cléo De Páris - atriz
Montagem contemporânea para "Vestido de Noiva", texto clássico de Nelson Rodrigues em cartaz no Centro Cultura São Paulo (SP), até 7 de setembro, é tema de papo com a gaúcha, atriz dos Satyros. Cléo fala ainda sobre sua participação no novo filme de Zé do Caixão, "Encarnação do Demônio" - selecionado para a seção fora de concurso da 65ª Mostra Internacional de Arte Cinematográfica do Festival de Veneza, e no curta de Rodrigo Grota, "Booker Pittman", vencedor dos troféus "Prêmio Especial do Júri", "Diretor de Arte", "Melhor Música" e "Crítica" no Festival de Gramado 2008.
http://tc.batepapo.uol.com.br/convidados/#cleo
Escrito por Cléo De Páris às 00h47
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Booker Pittman

o curta-metragem "Booker Pittman", de Rodrigo Grota, do qual participei com muita honra, acaba de ganhar todos esses prêmios em Gramado!
Prêmio da Crítica Premio especial do Juri Prêmio Melhor Música Prêmio Melhor Direção de Arte Prêmio Canal Brasil
estamos muito felizes!!!
Escrito por Cléo De Páris às 13h36
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o teatro que se foi
o teatro Cultura Artística pegou fogo na madrugada de hoje. uma tristeza bem grande. um lugar tão importante e sagrado, cheio de histórias, de conquistas, de sonhos. impressionante. quem viu a cena, não esquece o horror. eu que vi hoje a ruína, quase não posso acreditar. estamos em cartaz no CCSP, mas a outra possibilidade que tínhamos era ir justamente pro Cultura Artística, então eu pensei: ia queimar meu vestido de bailarina! uma bobagem. claro, porque, graças à Deus, ninguém morreu e porque o prejuízo pagaria milhares, milhões de vestidos lindos de bailarina! mas assim é que somos nós atores, cheios de cuidado com nossas bobagens, movidos a sonhos e desejos que, às vezes, viram ruínas...
 o que não restou do teatro. foto minha
 o vestido de bailarina da Alaíde. foto de Midori de Lucca
Escrito por Cléo De Páris às 23h54
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